Publicado por Marcos Freitas em quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Também conhecida como a geração do milênio ou geração da Internet, a Geração Y é a geração dos jovens nascidos após 1980, numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica.
Com 20 e poucos anos, esses jovens fazem parte de um grupo que está entrando e revolucionando o mercado de trabalho. Eles só fazem o que querem, estão sempre em ação, estimulados por atividades e fazendo tarefas múltiplas. São um tanto mimados, mas estão preocupados com o meio-ambiente e possuem fortes valores morais. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está apta a desenvolver a auto-realização, ou seja, eles querem e podem atingir a realização pessoal e profissional, buscando agir com seus próprios interesses.
Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 80 e 90 só se mantém envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal.
Outro ponto importante é que esta é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. São eles que melhor conhecem as ferramentas do Google, os aplicativos do Iphone e as praticidades de um BlackBerry. São antenados, modernos, embora, em termos de comportamento, mais recatados que a geração anos 60.
Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.
Fontes: wikipedia.com; Revista Galileu.